15.1.09

Teresa Carona, Acessora de Gestão. Durham, EUA

Conheço este blog desde os seus primeiros dias, e mais uma vez deixo os meus parabéns pela iniciativa!
Desde que me foi pedido estive relutante em contar a minha historia, por que os motivos que me levaram a sair de Portugal (do Porto) não foram profissionais. Estou a viver nos Estados Unidos desde Setembro de 2005 e sai de Portugal por Amor. Literalmente. O meu marido, esse sim, saiu para fazer investigação e terminar o seu doutoramento. E agora terminado, trabalha como pos-doc no Departamento de Neurologia da Universidade de Duke. Onde, por acaso,também eu acabei a trabalhar. Ao contrario de alguns, ou de muitos, não me posso queixar da minha experiência profissional em Portugal. Licenciei-me em Assessoria de Gestão e sempre tive bons empregos com bons salários e excelentes condições. Quando cheguei aqui, a Durham, Carolina do Norte, EUA, comecei a trabalhar nos Serviços de Assistência Social como tradutora de espanhol. As condições não eram fantásticas, mas valorizo cada dia do trabalho que tinha porque me deu a conhecer a verdadeira América. E claro, todos achamos que sabemos falar inglês ate sermos confrontados com o profundo inglês da 'southern america'. Foi uma experiência única. Mas porque melhores condições me foram oferecidas na Universidade de Duke, estou desde Agosto de 2006 a a trabalhar como Research Technician num dos laboratórios de Neurologia. Confesso que não era a minha especialidade profissional, mas tudo se aprende, e hoje em dia faço dos ratos e ratinhos o meu dia-a-dia. E agora, que a volta para Portugal se avizinha, nem sei bem o que escolher entre uma secretaria ou uma bancada... Logo se verá! E porque acho que em algumas questões Portugal acaba sempre injustiçado, só me resta dizer que os portugueses tem que valorizar muito o pais que somos. Não só a nossa gente, mas as condições que com mais ou menos barulho e luta os nossos governos nos tem oferecido! Nem tudo e' bom, mas comparado com a experiência que tenho tido aqui, e' excelente! Para dar alguns exemplos, nos pagamos de seguro de saúde cerca de $1200 por mês! E que não nos passe pela cabeça abdicar de seguro porque seriamos recambiados para Portugal num instante! Uma simples visita a uma urgência, só pelo facto de se passar pela porta, fica no mínimo por $150, e depois virão o resto das contas! A minha licenciatura ficou no total pelo valor das propinas (na altura penso que rondavam os 300$ por ano). Aqui, por exemplo na Universidade de Duke, o valor das propinas é de cerca de $40.000/ano! E numa universidade publica o valor anual das propinas não será nunca inferior a &10.000/ano. Em Portugal endividamo-nos para comprar casa, aqui alem desse encargo, as pessoas endividam-se (para toda uma vida) para estudar! Quando tive a minha filha, tive direito, e muita sorte, a 15 dias úteis de licença de maternidade. Claro que poderia ter ficado em casa mais 4 meses, mas seriam não pagos e sem garantia da minha posição quando quisesse voltar. Quem acabou por ficar em casa, com licença de paternidade, foi o meu marido, com licença paga pela Fundação para a Ciência e Tecnologia. Não posso deixar de dizer que achei isto fantástico! E pronto, não me alongo mais... foi por amor e assim será quando tiver que ser. Todos os dias me lembro do Porto, do mar e das pedras da minha rua. Tenho muitas saudades de Portugal e não penso em não voltar. Aqui esta-se muito bem, e temos uma qualidade de vida que ai seria difícil, mas não me esqueço nunca de que se está bem em Portugal.

19 comments:

Mika said...

Compreendo o que dizes mas penso que existem alguns pormenores que te não mencionas.
Primeiro em Portugal pagas bem mais do que isso em propinas, a diferença é que pagas através dos impostos.
O serviço de saude em PT é realmente tendencialmente gratuito, isso é porreiro, no entanto para teres qualidade também terás de pagar (embora por cá consigas valores bem mais modestos).

A verdade é que por vezes as saudades levam-nos a pintar um mundo rosa que depois se revela um engano. Não digo que as coisas aí sejam um paraíso mas a realidade é que Portugal vai afundar mais dia menos dia, e quem não saltar arrisca-se a molhar os pés.
Por cá paga-se impostos e o dinheiro vai para obras que não servem para nada, apenas dois exemplos claros, aeroporto novo em Lisboa quando não há tráfego que o justifique, e aeroporto em Beja quando não há NADA que o justifique.

Apenas para dar uma visão (velho do restelo talvez).

Boa sorte para tudo.

Anonymous said...

GOstei, bastante do teu Post, acho mto interessante mostrares aos portugueses que realmente temos direitos quase iguais á saude e á educaçao, e que nos paises ditos "la fora " como o portugues gostam de mencionar isso nao é bem assim. Paga se e bem!

O nosso problema nao é no estado nem nos governantes, é sim o de passarmos demasiado tempo em frente á televisao, e nao ter pelo menos o sentido critico de entender que os media nos fazem a cabeça para acharmos que está tudo mal!

No outro vi na televisao a entrevista ao Eng. Socrates, e achei os jornalistas portugueses sao de uma má educaçao atroz, sem respeito absolutamente nehum pelo papel de um ministro e falavam com ele quase tu cá , tu lá-inenarravel mesmo.

O Problema sao os portugueses mesmo, deixem de achar que "é tudo nosso" , apaguem a T.V, baixem a cabeçinha e ala a trabalhar!!-ë isto que fazemos qdo vamos para "lá fora", vamos fazer o mesmo por cá!

Cumprimentos e parabéns ao site!

Nuno Oliveira said...

Tenho de concordar no que foi dito.

Não saí de Portugal também por necessidade, mas por ganhar uma nova experiência.

E poucas coisas pagam ter a família, namorada, amigos e sol perto de nós.

Ainda não escrevi aqui para o MDG, porque quero deixar passar mais uns meses até ter uma ideia certa de como é aqui e como será no futuro.

Boa sorte!

Rafael said...

Em resposta ao que foi aqui dito sobre os jornalistas tratarem "mal" o primeiro-ministro deixo aqui um comentário.
Primeiro, qual é o problema de se tratar uma pessoa por tu?! Será que vem algum mal ao mundo por se tratar um primeiro-ministro de tu, ou temos sempre de usar o termo sua excelência?
Segundo, o primeiro-ministro tem o respeito que merece. Andou a enganar o povo que o elegeu dizendo que era licenciado quando não o era (sendo que essa situação ainda nao mudou, continuando não licenciado). Não é necessário ser-se licenciado, ninguem disse o contrário, mas se anda a mentir deveria assumir as conseguências (se eu mentir no meu CV pode ser despedido!). E claro, desde quando é que fazer-se o primeiro semestre duma pós-graduação é equivalente a um MBA??!

A verdade é que muitos portugueses têm de sair do país e individar-se, e trabalhar muito para conseguir um MBA, mas a Sua Senhoria pode recorrer ao cartão de membro do partido para "comprar" o curso.
Realmente é um orgulho continuar em Portugal, e ainda ver tudo isso passer incólume.

Boa sorte para quem está la fora e para quem quer ir lá para fora! Porque quem cá ficar não precisa de sorte, precisa é de abrir os olhos e deixar de culpar a televisão!

Luis said...

Olá a todos.
Queria deixar aqui o meu humilde comentário.
Em primeiro lugar gostaria de perguntar à Teresa porque fala apenas nos valores gastos e não naquilo que recebe? Obviamente que se paga muito por algumas coisas, mas tenho quase a certeza que aquilo que se recebe no final do mês dará para pagar todas essas monstruosas contas e para amealhar algum.
Depois penso que o facto de ser partir na aventura de trabalhar no estrangeiro não terá, apenas e só, a ver com dinheiro. Penso que a interacção com uma nova cultura, novos métodos de trabalho, novos ambientes, em tudo ajudam a evoluir o individuo tanto a nível profissional como pessoal.
Depois, e em relação a Portugal, tenho também algo a dizer. Considero ser um país onde o objectivo principal não será trabalhar bastante para se evoluir. Os objectivos principais são outros, tais como, tentar fugir ao fisco ou explorar os trabalhadores. Atenção que não estou a dizer que nos outros países será diferente, mas limito-me a falar do meu país, que é aquele para o qual pago impostos.

Cumprimentos

Marcus Brody said...

Pronuncio-me primeiro sobre o tratamento por tu que se terá dado ao PM. Devo dizer que estou em Espanha e apercebo-me de uma coisa de que nunca me tinha apercebido no nosso país. Somos danados para as formas, para a hierarquia, para a burocracia, para o procedimento bem gizado, para o "senhor doutor arquitecto engenheiro, excelência-ao-fim-de-semana". E isso paga-se. Quando o que preocupa um trabalhador é se se deve enviar um email com informação que pode ferir a susceptibilidade de A ou de B, em que se gasta demasiado tempo só a medir o tom das palavras usadas (não se vá dar o caso do Sr. Dr. ficar chateado), uma pessoa deixa de se preocupar com aquilo que é importante: produzir, servir o cliente, o utente, o que seja. A "máquina" não existe para se auto-alimentar: existe para servir os outros e os seus donos.

Se soubessem como é bom tratar toda a gente por tu, independentemente da idade, do posto, da função, do carro...!!! É um tempinho interminável que se poupa e a comunicação é muito mais directa. E não pensem que não há respeito. Há. Só que não se corporiza em formas ocas.

E sobre o post propriamente dito: gostei muito. Revela uma maneira de ver Portugal que não se vê muito. Geralmente é um sentimento amargo, ressabiado que se vê e aqui não. Um bem haja por isso!

Hugo said...

Vou deixar aqui o meu comentario, porque a realidade dos Estados Unidos nao e' bem como as pessoas imaginam.

Os cuidados de saude pagam-se bem nos EUA porque o Estado nao gasta nem sequer um tostao em seguranca social. Ela simplesmente nao existe. As despesas de saude estao 100% ligadas a companhias de seguro.
Em contrapartida no Canada, o Estado paga as despesas de consultas nos hospitais, clinicas, urgencias e demais a 100%. Ou seja, podes ir a uma clinica qualquer, e es visto por um medico e pagas nada. Depois, dependendo do emprego, podes ter beneficios que passam por, por exemplo, pagar 90% do custo dos medicamentos ou 50% dos custos do dentista.

A politica canadiana e' claramente socialista e a americana nao. Antes que comecem a divagar, a politica portuguesa e' socialista porque existe seguranca social. Eu ja sei que a partir daqui vao falar no Socrates e aeroportos e nao sei o que mais. E' ridiculo quando vou ler O Publico online e ate numa reportagem sobre a pesca do atum na Patagonia conseguiam ir buscar alguma coisa para criticar o governo portugues e o Socrates. Basta ver as taxas de abstencao e para mim esta tudo dito... nao votam e criticam...?

Peco, com toda a delicadeza, falem da Teresa e da situacao dela. O que ela ganha, ou nao ganha, e' indiferente. Nao nos diz respeito. Nos somos muito bons a criticar e na treta, mas e' como diz o outro: eu nao vejo ninguem a fazer nada. Eu ja fiz a minha parte: pus-me a andar.

Sempre ouvi falar que quem nao esta bem poe-se a andar, nao e'?




Teresa, fico muito contente por saber que ja tens a tua familia nos Estados Unidos e que esta tudo bem. Aqui para cima, em Toronto, esta tudo optimo. Tirando a parte dos 30 graus abaixo de zero hehe :-))) Fico muito contente por teres um emprego e estares a lutar por uma carreira e por o teu marido tambem estar muito bem.
Nao sei se ja tiveste a experiencia amarga de voltar a Portugal de ferias e veres o nosso querido povo a tratar-te mal porque decidiste emigrar. Quando perceberes isso, vais perceber que Portugal e' muito bom para ir de ferias com um paycheck da America do Norte ;-)

Abraco,
Hugo

boleia said...

ole a todos!
politiquices a parte, porque faco por saber pouco sobre isso, continuo a achar que Portugal nao e' o fim do mundo! Ha sitios bem emlhores, nao duvido, mas ha sitios bem piores!
Aqui esta-se muito bem em alguns aspectos e nao tao bem noutros como mencionei... nao ganho balurdios, mas nao ganho mal. Chega-me para tudo o que preciso e quero, e sim, com cabeca conseguimos amealhar algum. Mas nao viemos aqui para fazer dinheiro. E calhou conseguirmos isso porque 2 pessoas bastam-se com pouco numa terra de maioritariamente estudantes!
Hugo, desde que ca estamos ja fomos ene vezes a Portugal, ai umas 4 vezes por ano e nunca fui "mal-tratada"... ouvi piadas, algumas sem graca nenhuma, principalmente quando tive uma filha americana! Mas nao ha nada nem ninguem que me possa fazer sentir malvinda a minha propria casa :D

Daniel Pinto said...

Olá Teresa!

Eu também sou um expatriado por vontade própria (embora no teu caso houvesse um outro tipo de pretexto)...quis sair simplesmente porque queria conhecer novos países...e de facto viajar e trabalhar é uma experiência única...

Fico feliz por valorizares o nosso querido Portugal...também concordo que sempre sou bem recebido pelos nossos compatriotas e que é neste cantinho que de facto me sinto melhor, independentemente das boas vivências que possa ter no estrangeiro.

Obrigado pelo teu testemunho de positivismo.

Um beijo,
Daniel Pinto

P.S: Hugo mais uma vez digo que fico triste por esse teu "desprezo" por Portugal e pelos teus compatriotas...mas acompanhando um pouco os teus comentários começo a entender que quando alguém sai ressentido do seu "lar" sempre irá ter pensamentos negativos relativamente ao mesmo e sempre irá
procurar encontrar argumentos que o possam desvalorizar para em certa medida justificar essa saída com mágoa...

...mas como em tudo...existem sempre duas perspectivas diferentes...e por isso fico alegre em saber que existem expatriados que continuam a sentir um carinho muito especial pelo nosso Portugal e portugueses!

Claudette Guevara said...

BEm me parecia que tinhas ido à "BOLEIA" para Durham.

Estimo ver que corre tudo bem. Beijos, Claudette

Hugo said...

Daniel Pinto,

O povo portugues e' um povo dificil que nunca esta contente com nada. E' incapaz de aceitar uma critica ou de perceber que algo esta mal mesmo quando e' repetido infinitamente.

Se Portugal e' um sitio tao maravilhoso, porque e' que toda a gente se queixa de tudo o que acontece ai?

Se temos tanto orgulho na nossa nacionalidade, porque e' que a nossa lingua e' assassinada diariamente por jornalistas e/ou professores universitarios?

Porque e' que os produtos portugueses sao muito mais caros que os produtos estrangeiros dentro do nosso territorio? E estou a falar de produtos extra-comunitarios.


Isto sao so exemplos de uma infinidade de perguntas valida e pertinentes.

Nao compreendo de onde vem o orgulho de uma nacao que esta mais interessada em futebol e agradar a turistas do que agradar os filhos da sua terra.

Simplesmente e' incompreensivel...

Anonymous said...

Caro Hugo:

Todas essas perguntas são válidas e pertinentes. Também é válido e pertinente tudo o que de bom acontece em Portugal e que, neste blog falando, aparece pouco, uma vez que não é o tema, obviamente. Existem aqui histórias de pessoas que partem por amor, em busca de um local para exercerem a profissão para a qual estudaram (finalmente), em busca de aventura, de melhores condições de vida. Algumas partem para sempre, outras pretendem voltar. Mas existem muitas outras pessoas em Portugal que tentam lutar contra o sistema, que trabalham e estudam, que fazem sacrifícios e que são felizes aqui. Nem todos os portugueses são um bando de pacóvios que se senta a ver a bola. No meu trabalho sinto-me muitas vezes cansada, injustiçada e triste. Mas nunca pensei ir lá para fora porque Portugal é uma porcaria como querem muitas vezes fazer parecer. Boa sorte para ti. O Canadá parece ser um excelente país.

Anonymous said...

Hugo faz-nos um favor e muda de nacionalidade.Não é de estranhar que sejas olhado de lado por outros emigrantes, com esse discurso ridículo e pacóvio

Marcus Brody said...

Realmente, devemos ser os únicos no planeta a desprezar a terra onde nascemos. Não há ninguém melhor que um português para "deitar abaixo" Portugal. É quase surrealista. Recorda-me alguns emigrantes em França que criticavam viperinamente o nosso país mas que quando lhes perguntavam se queriam ficar em França respondiam que nem pensar, que tudo o que queriam era voltar para Portugal para construir uma casa. Enfim, incoerências.

Hugo said...

Anonimo das 8:17pm:

Eu nao sou olhado de lado por emigrantes. Esses ficam felizes por ver que afinal ha portugueses que vem de fora e nao acabam nas obras.

Sou olhado de lado por quem fica para tras e nao tem as oportunidades que eu ja tive.

Claro que e' um discurso ridiculo e pacovio. Se nao estas de acordo, partes para o insulto facil :-)

Mais 3 anos e obtenho dupla nacionalidade. Pena que o Canada nao seja como a Franca que obriga (ou obrigava, ja nem sei) a renunciar a nacionalidade original para se obter a nacionalidade francesa.


Digo e repito: eu nasci em Portugal por acaso, porque eu portugues nao sou.

Abraco e tudo de bom para ti. Espero que tudo te corra bem porque es elitista e cosmopolita e eu sou apenas um pacovio. Mas sou um pacovio que se sente realizado :-)

Anonymous said...

Caro Hugo

Se não és português, então por que insistes em falar de Portugal e dos portugueses?

Vai comentar para os blogues canadianos ou coisa do género

Dou-te um conselho. Torna-te mais humilde e pára de falar com o rei na barriga,para seres respeitado.

Hugo said...

Eina... e' so anonimos neste blog...

Nao sei se foi aqui que escrevi, mas aconselho de novo, e vivamente, a ires ler a alegoria da caverna escrita por Platao.


E antes que eu me arrepie de novo, a alegoria da caverna NAO e' um livro. Faz parte de um livro (A Republica) mas nao e' um livro por si so ;-)

PS: eu sou portugues. Nasci em portugal, sou portugues.

PS2: Juro que ainda nao percebi porque e' que anda tanta gente neste blog a criticar tudo e todos. E' que so critica quem *ainda* nao saiu do pais. Talvez estejam a passar por ca 'a procura de ideias ;-) quem sabe

Calhandro said...

Pequena correccao:

Dizer que nao existem propinas abaixo dos $10.000 ano em nenhuma escola publica americana e' injusto.

Sou Portugues, sortudo por estar como residente permanente no Texas, e estudo numa Universidade publica (UTPA, Edinburg, Texas) por pco mais de $1.500 por semestre, ou $3.000 anuais, so que eu estudo qualificado para o que eles chamam de "Financial Aid" que me cobre todo o valor da propina, ou seja, por nao ganhar mto mas ter notas decentes, estudo 'a borla por ser residente texano. Apesar de mais caro que em Portugal, cai numa categoria que me permite estudar 'a borla.

Como estudante internacional (q nao sou) teria sim de pagar $9.000 por semestre, ou $18.000 por ano.

E' de notar, que a minha situacao nao e' a norma e que sim, e' caro estudar nos EUA.
Mas, quem queira mesmo e seja residente legal deste pais, pode!

Dizer que em lado nenhum se estuda por menos de $10.000 ao ano e' que e' generalizar demasiado.

boleia said...

my mistake!
nao sabia que isso podia acontecer, mas fico contente por sabe-lo :)